A Xiaomi iniciou suas vendas oficialmente no mercado nacional em 2015 com o Redmi 2, smartphone que testamos e gostamos. Meses depois chegou o Redmi 2 Pro, uma versão com mais memória RAM e mais memória interna.

Porém os resultados não estão sendo satisfatório e segundo uma fonte do site Manual do Usuário a empresa está enfrentando dificuldades e o pior, cogitando encerrar suas operações ainda em 2016.

REVIEW REDMI 2

A empresa chinesa aposta com margem de lucro pequena, porém para isso dá certo é preciso um grande volume de vendas, mas que infelizmente não vem acontecendo. Atualmente a empresa vende cerca de 10 mil smartphones por mês, um número baixo se comparado aos 3,9 milhões de aparelhos vendidos mensalmente no Brasil.

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ESTRATÉGIA DE VENDAS É A CULPADA?

É importante lembrar que a Xiaomi trouxe para o Brasil um método de vendas diferente do padrão que os brasileiros estão acostumados. Inicialmente só era possível comprar o Redmi 2 via evento na própria loja online da fabricante. Depois com estabilização dos estoques, o aparelho ficou sempre disponível.

Em nossa avaliação, a estratégia de vendas foi um fracasso, onde a empresa ficou com exclusividade durante muitos meses. Só há uns meses que o Redmi 2 passou a ser vendido em grandes lojas de varejo, porém ainda sendo fornecido e entregue pela própria loja da Xiaomi, um erro grosseiro (em nossa avaliação). Era para desde o começo o Redmi 2 ser oferecido pelas grandes varejistas em seu próprio estoque, inclusive com disponibilidade nas lojas físicas.

Agora vamos torcer para que isso não se confirme, pois a própria Xiaomi nega oficialmente… “mas onde há fumaça, tem fogo”.

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Ex-estudante de Educação Física. Abandonei a carreira de professor de Educação Física para entrar de vez no mundo dos Gadgets com o Tudo em Tecnologia. Seja bem-vindo ao Tt!

2 COMENTÁRIOS

  1. Empresas estrangeiras novatas em um mercado já maduro no Brasil costumam cometer esses erros grosseiros. No caso da Xiaomi, será a mesma frustração que já tivemos com a saída da HTC e da ZTE do mercado de smartphones. A tela de menos de 5 polegadas do Redmi 2/Pro também não ajudam, pois a preferência pelas telas maiores nos androids é evidente (eu mesmo só não comprei um Redmi 2 Pro por causa disso). Tomara que a Xiaomi lance o Mi 4C no Brasil, para dar um fôlego à empresa no Brasil. A Lenovo com o seu Vibe K5 muito bonito e outros android com aparência “premium” não facilitam a vida de smartphones simples e sem beleza (até a Samsung já percebeu isso e deu uma repaginada nos seus horrendos smartphones até o Galaxy S5). Fica, Xiaomi. Pessoal, vamos olhar com carinho os produtos desse concorrente; competição só nos beneficia como consumidores.

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