A situação não está fácil para a empresa Cnova, responsável pelos sites das casas Bahia, Extra e Ponto Frio. Acontece que o Ministério da Justiça condenou a empresa a pagar uma multa de R$ 7,220 milhões por mão cumprir com promessas feitas no site.

Parece que esses sites atrasaram entregas, além de entregarem produtos não condizentes com o anúncio do site. Para piorar a situação, teve ocorrências de produtos que não foram entregues para seus clientes. Tudo isso aconteceu devido á uma fraude nas plataformas virtuais da empresa.

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor informou: “Em uma relação de consumo, o mínimo que se espera de uma oferta veiculada pelo fornecedor é que ela seja cumprida nos exatos termos que o consumidor a encontrou. Por exemplo, a Cnova ofertou produtos através da sua plataforma marketplace mas que não deu cumprimento a essas ofertas, seja por entregar objeto diverso dos produtos adquiridos pelos consumidores, por entregar os produtos depois do prazo estipulado no site ou por deixar de proceder à entrega dos produtos.”

Em defesa á tudo isso, a empresa Cnova afirma que os problemas encontrados foram cometidos por um parceiro que faz uso da sua plataforma. Para quem não sabe, isso é conhecido como marketplace. No entanto, a Justiça parece não ter levado isso em conta. Em resposta, eles consideraram a Cnova como a responsável pelas ilegalidades cometidas pelos fornecedores que usam seus sites para as vendas.

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Por fim, a Cnova tem o prazo de 30 dias para quitar essa dívida. Em resposta ao site InfoMoney, a Via Varejo, companhia que incorporou a Cnva, diz claramente que “repudia qualquer atitude praticada por parceiros comerciais que esteja em desacordo com as normas de proteção ao consumidor e que não esteja alinhada com suas diretrizes de conduta ética.


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